INSTITUTO TEOLÓGICO CURSO DE TEOLOGIA



POSSIBILIDADE DE DEUS CONHECER AFRICA, MOÇAMBIQUE, CIDADE DA BEIRA


ELABORADO POR: GALHARDO E.S.CAGAIA



Trabalho de projecto apresentado a Instituto Teológico Baptista da Beira – ITBAB,como requisito para obtenção do grau de licenciatura em Teologia







Por
Luciana Momade Ligonha
Novembro, 2019

SUMÁRIO



LISTA DE TABELAS





LISTA DE ABREVIATURAS

 A.N.E                                    Antes da Nossa Era
Gn.                                          Genesis
P.                                            Pagina
Pv.                                          Provérbios
Vol.                                        Volume



CAPÍTULO I

INTRODUÇÃO

Contextualização

Se poderes ver as notícias da Africa em varias plataformas da mídia iras notar que essas plataformas possuem informações desagradáveis como caso de ciclones, tempestades, guerras, baixa economia, sendo ainda o continente mais pobre do Mundo, mortes e mais coisas que são desagradáveis para o ouvido do ser humano. Com essa desgraça que o continente Africano o mais pobre do mundo possui e ainda por cima com vários recursos minerais surgem perguntas como será que Deus conhece Africa? Se ele conhece por tanto sofrimento nesse continente?  

Justificação

O presente trabalho ao possuir esse tema é porque a autora deseja ter a resposta da pergunta que qualquer um pode ter. Sendo assim este tema será relevante para a sociedade, o sector académico e para a própria autora.
Para a autora ­é um tema que ira mudar a sua vida pois com os preconceitos que ele possui ira desfazer los pois terá uma informação mais clarificada e bem agrupada, pior ainda com as pesquisas feitas para ter a solução do seu problema teve o privilégio de obter mais informações sobre a questão da Religião na Africa.
Para o sector académico é relevante pois será mais um trabalho que ira para a plataforma da investigação onde outros pesquisadores irão se apoiar nessa pesquisa. Com isso a autora, percebeu que não é única que deseja ter a resposta da pergunta em destaque. Com isso notou muitos outros com a vontade de saber se Deus conhece Africa ou não.
Para a sociedade sendo um trabalho teológico ira ajudar na área da religião pois muitos com o preconceito de que o africano é o mais menosprezado e merece isso principalmente com o que passou nos anos passado sendo colonizado logo parece que será inferior até sua vida. Com isso surge essa questão será que Deus conhece africa?
Nos tempos atuais com as notícias que surgem será muito frequente alguém perguntar essa questão, pior ainda com o sofrimento que Africa passa. Logo este trabalho de pesquisa ira responder essa questão.

Problema

Segundo Osvaldo Yambi no seu blog diz que “de facto a Bíblia em Amos 9:7, afirma que o etíope (Africano/ Negro) são como Israel aos olhos de Deus…”[1] Com isso pode se chegar a conclusão de que os africanos são privilegiados como os Israelitas.
Mas na mesma Bíblia no livro de Genesis 9:24-25 que diz o seguinte: “Despertando Noé do seu vinho, soube o que lhe fizera o filho mais moço e disse: Maldito seja Canaã; seja servo dos servos a seus irmãos.”[2] Foi por esse texto que Teólogos, Estudiosos, pregadores do seculo XIX falava que essa maldição foi para os filhos de Canaã que são os africanos. Muitos estudiosos da Bíblia, no século XIX, principalmente nos Estados Unidos, defendiam essa tese de que os negros são amaldiçoados.
Segundo a Filosofia Africana diz que “A Teologia definiu o povo negro como descendente de Cham, um homem que viu a nudez do pai. Portanto, o homem negro aparece como símbolo de maldição. Neste caso, o negro pertenceria a geração dos condenados de Deus.[3]
A Filosofia, Voltaire afirma, na sua obra História do Século XIV, que o povo mais elevado é o francês e o mais baixo é africano; Joean-Jacques Rousseau diz que os africanos são bons selvagens; para Hegel, os africanos são povos sem história e, por consequência, desprovidos de humanidade; Kant chega a conclusão de que os africanos são povos sem interesse; Levy Brhul proclama que os africanos têm uma mentalidade pré-lógica; por sua vez, Montesquieu afirma que os africanos são povos sem leis; os antropólogos Morgan e Tylor sustentam que a África é uma sociedade morta.
Em 2013 o pastor-deputado Marcos Feliciano causou polêmica ao declarar
que os negros, de acordo com a Bíblia, são amaldiçoados.
Para tal declaração ele usou o texto de Gn 9:24-25 que trata da maldição que Noé proferiu para seu neto.
Mas com esses argumentos pode se concluir que Deus aprovou a maldição dos Africanos e no momento que Noé falou a tal maldição Deus não interviu, pois com as notícias actuais tipo guerras, fome, desastres naturais, e mais, chega-se a mesma conclusão.
Com esse debate e com os acontecimentos que se verificaram sobre os africanos serem escravos, colonizados, e sofrerem muito perante outros povos de qualquer continente, chega se a conclusão de formular a seguinte pergunta para este trabalho de pesquisa: Será existe uma possibilidade de Deus conhecer Africa, Moçambique concretamente na cidade da Beira?

Hipótese

O conhecimento é produzido com base em fenômenos observados, fatos conhecidos ou fatos fundamentados em dados teóricos. Nesse contexto a elaboração de hipóteses é de suma importância. Podemos conceituar hipóteses como sendo supostas respostas para um problema em questão.
Hipótese Primaria
·       Deus não conhece Africa porque os textos são interpretados de forma incorreta.
Hipótese Secundária
·       Se a interpretação esta correta então logo pode ser que a pergunta esta mal feita, deveria ser Africa conhece Deus?

Objetivos

Os objetivos gerais: são determinados sob uma visão mais ampla, ele precisa dar conta da totalidade do problema da pesquisa, a frase deve ser montada com um verbo de precisão, evitando ao Máximo uma distorção na interpretação do que se pretende pesquisar. E objetivos específicos irá se desmembrar o objetivo geral, mostrando como vai alcançar através de diferentes procedimentos. Além de fornecer a metodologia utilizada para alcançar o objetivo geral, também deve informar o resultado que a técnica pode fornecer.
Objetivo geral:
Ø  Analisar na íntegra a possibilidade de Deus conhece continente Africano.
Objetivos Específicos
Ø  Definir Deus;
Ø  Definir palavra “conhecer” na visão teológica e geral;
Ø  Descrever o povo Africano na sua origem e na sua atualidade
Ø  Analisar os textos sobre povos negros na bíblia.

Delimitação do Estudo

Para este estudo ira se delimitar o tema da seguinte forma: teoria, espaço físico, temporal e com sua abordagem. Para tal o pesquisador chegou a seguinte conclusão.
Analisar se Deus conhece Africa de acordo com a Bíblia e tendo como referencia a nação Moçambicana na cidade da Beira no ano 2019.

Teoria

Nesta parte a autora deseja dar fundamentos da sua área de estudo, logo nota-se que Africa e a área de estudo. África, é o berço da humanidade Porque é considerado continente que se encontraram os vestígios mais antigos (hominídeos) chamados de Australopitecos. Os Hominídeos viveram na Namíbia, Botsuana e Tanzânia, a cerca de 3.500 anos atrás, onde atualmente apresenta condições climáticas favoráveis para a habitação do homem. Os Khoisam foram descendentes dos povos pré-históricos que viveram até 200 a 300 anos A.N.E. A caça e recoleção eram as principais atividades desenvolvidas pelos Khoisam. Divisão do trabalho era dividido segundo o sexo e a idade: os homens iam a caça e as mulheres, velhos e crianças praticavam a recoleção. O produto conseguido no trabalho era dividido por igual para todos. Modo de vida tinham uma vida nómada, isto é, deslocavam se de lugar para o outro a procura de alimentos.[4]

O espaço Físico

O espaço Físico desse estudo é a Nação Moçambicana principalmente na cidade da Beira. Beira é uma cidade de Moçambique, capital da província de Sofala. A localidade tem o estatuto de cidade desde 20 de Agosto de 1907 e, do ponto de vista administrativo, é um município com um governo local eleito. Beira é a segunda maior cidade de Moçambique, logo após a capital do país, Maputo, contando com uma população de 431.583 habitantes de acordo com o Censo de 2007.[5]

Temporal

O tempo que esse estudo foi realizado foi no ano de 2019, tal como cita na delimitação do estudo.

Abordagem

Nesta pesquisa ira se usar duas abordagens que são: qualitativo e Histórica. Qualitativo porque fornece dados possíveis de serem quantificados e medidos. Nesse tipo de pesquisa é realizada a coleta de dados e a aplicação de técnicas estatísticas capazes de mensurar o fenômeno ou o problema abordado. Histórico é quando deseja se descrever um fenómeno. E nesta pesquisa ira se descrever sobre a Africa principalmente na Bíblia, analisando conteúdos como Bíblia, artigos, entre outras referências.

Resultados esperados

Nesta pesquisa deseja se descobrir se Deus conhece Africa concretamente em Moçambique, Beira. Para tal a pesquisador espera ter respostas vinda do livro sagrado que é a Bíblia, e com isso ira analisar certos textos que tem ligação com o povo africano.

Organização do projecto

Este projecto está organizado em quatro capítulos, sendo que o primeiro é uma introdução do que se pretende fazer, é apenas um guia para obter resposta do problema deste projecto. O segundo capítulo possui uma revisão da literatura, será neste capítulo onde vai se expor todas referências que serão usada para ter a solução do problema. O terceiro capítulo é a mesma coisa que primeiro capítulo só que duma forma mais ampla, será no capítulo três onde ira se apresentar a metodologia que será usada para realizar a pesquisa desse trabalho. O quarto capítulo ira se analisar e interpretar os dados, todas a literaturas que serão consultadas, os dados que serão coletados via entrevista, e mais métodos. O quinto e o Ultimo capítulo ira obter conclusão e recomendação. 

 

CAPITULO II

REVISÃO DA LITERATURA

Introdução

Neste ponto, fez se um enquadramento teórico sobre a temática em causa, referindo-nos sobre alguns trabalhos já publicados sobre o assunto. E a presente revisão literária é constituído por três momentos fundamentais, a saber: Literatura teórica, onde discutimos alguns conceitos básicos sobre a pesquisa; a literatura empírica, onde abordamos os estudos feitos no mundo sobre a temática em causa e a literatura focalizada, na qual se reflete sobre a temática em análise mas olhando apenas para os estudos feitos internamente, ou seja estudos feitos aqui no nosso país sobre a mesma temática em análise.

Revisão da Literatura

Segundo BLESS e HIGSON- Smith (1995), assumem que a revisão da literatura é um processo de leitura de qualquer assunto publicado, do qual costa assuntos relevantes para uma pesquisa. Ainda de acordo com BLESS e HIGSON- Smith (1995), os propósitos da revisão da literatura, consiste em adquirir o aprofundamento teórico de uma pesquisa, com vista a entender como um dado problema pode ser resolvido. Portanto, a presente revisão da literatura irá consistir em três momentos, nomeadamente, a literatura teórica, empírica e focalizada.

Literatura Teórica

A pesquisa teórica, como o próprio nome já indica, consiste na discussão e comprovação da teoria, além de possíveis revisões de sua validade e alcance. A pesquisa teórica dispensa uma interferência imediata no plano da experiência, embora isso não queira dizer que ela esteja dissociada deste plano; ela apenas não prevê tal interação num primeiro momento, aquele da construção da teoria.

Termo Conhecer

Na perspetiva Filosófica
Para Platão, conhecer é buscar o que se ignora. Recorrendo à doutrina da reminiscência, diz que conhecer é, para a alma, lembrar o que já sabia antes de encarnar num corpo.
Para Aristóteles, a estrutura interna de cada coisa depende de seu fim. “Entre as quatro causas possíveis, identificáveis como a origem de qualquer coisa, destaca-se pela importância a causa final: aquilo que, em última análise, faz as coisas serem como são é a finalidade para a qual nasceram”.  
Para Cusa, conhecer é estabelecer uma proporção entre o conhecido e o desconhecido, entre o que se conhece e o que se vai conhecer. Por isso, “o processo de acréscimo do conhecimento deve ser lento e gradual; os objetivos de qualquer investigação cognitiva não podem ultrapassar muito o nível atual dos conhecimentos”.
Para Bacon, devemos estudar os erros para evitá-los. “O engano muitas vezes é decorrência da presença, no intelecto humano, de uma série de ídolos, ou seja, de crenças inconscientes, suposições, pré-julgamentos e preconceitos que condicionam a aquisição do novo saber”.
Para Kant, o ato cognitivo não é uma adequação da mente ao objeto conhecido. São os esquemas mentais, que funcionam como filtros, já presentes na mente que determinam o que podemos conhecer do objeto. Assim, “no centro da filosofia do conhecimento devem ser postas essas formas a priori da mente, universais e necessárias”.
Para Fichte, cada Eu se põe a si mesmo. O inteiro sistema do saber funda-se em um ato de espontânea, intuitiva e incondicionada autocriação do sujeito pensante. “A validade de um ato cognitivo não depende mais de uma presumida correspondência entre o objeto pensado e o objeto pensante, mas funda-se numa atividade totalmente interior do sujeito e independente do mundo”.
Na perspectiva teológica
Muitos estão familiarizados com as palavras de Jesus em João 17:3: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, como o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que tu enviaste.” Porém, o que está envolvido em “conhecer a Deus”?
O termo “conhecer” nas Escrituras muitas vezes tem um sentido que vai além do sentido básico de simplesmente ter conhecimento intelectual de algo ou de alguém. Assim, o Novo Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento  (Vol. 2, página 398 em inglês) refere-se a ocasiões em que:
"... Expressa uma relação pessoal entre o que conhece e o que é conhecido... "
Pv. 3:5, 6 exorta: “Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.” Aqui, com muitas traduções, a versão Almeida traduz o imperativo hebraico yada como ‘reconhecer’. Embora essa tradução seja aceitável, ela pode não transmitir aos leitores modernos a nuança exata do verbo hebraico neste contexto. O verbo yada  (“conhecer”) apresenta uma grande variedade de significados no hebraico bíblico. Em vários contextos yada e seus cognatos podem significar a percepção sensorial, a apreensão intelectual, a posse de fatos e informações que podem ser aprendidas e transmitidas, a habilidade prática, o juízo discriminativo e até mesmo a intimidade física. Todavia, quando yada envolve Deus, significa muito mais do que simples reconhecimento. Nahum Sarna escreveu:
"Na concepção bíblica, o conhecimento não está essencialmente, nem mesmo primariamente, enraizado no intelecto e na atividade mental. Em vez disso, é mais experimental e está embutido nas emoções, de modo que possa abranger qualidades tais como contato, intimidade, preocupação, parentesco e reciprocidade." (Êxodo, JPS, Comentário à Torá, pág. 5 Em inglês).
Outras obras de referência apoiam esta avaliação. “Conhecer a Deus”, observa o Novo Dicionário Internacional de Teologia e Exegese do Antigo Testamento, “é estar num relacionamento correto com ele, com características de amor, confiança, respeito e comunicação aberta” (II: 313). Quando yada se refere a Deus, explica outra obra, significa um “envolvimento intenso... Que vai além de um mero relacionamento cognitivo” (Léxico Teológico do Antigo Testamento, em inglês, verbete “Yada”). Sobre o rei Josias, Deus disse por meio de seu profeta: “Julgou a causa do pobre e necessitado; então lhe sucedeu bem. Porventura não é isso conhecer-me? Diz o Senhor.” (Jeremias 22:16).

Termo “Deus”

Na perspectiva Teológica 
Ao longo da história humana, quase todas as culturas e religiões enxergaram o divino como um reflexo de nós mesmos. Enxertamos em Deus nossas próprias emoções e personalidades, nossas virtudes e nossos vícios, até nossos corpos. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pediu a várias pessoas que descrevessem Deus: brancos imaginavam um Deus branco e negros imaginavam um Deus negro; progressistas imaginavam um Deus com traços femininos e conservadores imaginavam um Deus másculo. Todos descreviam a si mesmos. É assim que nosso cérebro funciona. Atribuímos características humanas a Deus para conseguir entendê-lo e nos relacionarmos com ele. A consequência negativa e óbvia disso é que também atribuímos a Deus todos os nossos defeitos, preconceitos e intolerâncias. É por isso que as religiões podem ser maravilhosas, inspirar amor e compaixão e refletir o que há de bom na natureza humana. Mas, com frequência, a religião também reflete o que há de pior na natureza humana: violência, misoginia, intolerância. Não dá para ter a parte boa sem a parte ruim. Por isso, defendo que façamos um esforço consciente para despojar Deus desses atributos humanos. O resultado desse esforço será uma vida espiritual mais profunda, pacífica e plural.
Na perspetiva Filosófica
Para Aristóteles, Deus é o motor imóvel. Este motor não é uma divindade criadora do mundo; é a causa final. Segundo Aristóteles, como para todos os Gregos, o mundo sempre existiu e de modo algum foi criado. Deus é o ponto de chegada, meta final para a qual tende a inteira realidade.
Para Agostinho, se Deus realizou a criação com base em um ato consciente e voluntário, Ele pode ser considerado responsável pela imperfeição do mundo? A solução agostiniana: o mal, em si mesmo, não existe, é ausência, limitação do bem. O mal é puro não-ser, assim como a escuridão não tem uma realidade substancial, mas existe somente por via negativa, como ausência de luz.
Para Plotino, Deus é uma realidade tão diversa que exclui qualquer possibilidade de compreensão. Podemos apenas dizer que é Uno, uma vez que a multiplicidade parece ser uma peculiaridade do mundo terreno.
Para Dionísio, podemos falar de Deus apenas pela via negativa; dizer o que Ele não é. Assim: Deus não pode ser definido como luz, senão acrescentando que também é escuridão; não pode ser definido como amor, porque a sua distância do ser humano o impede de conhecer o mundo. Deus, o Uno, é inefável, isto é, absolutamente transcendente e incomensurável, estranho a qualquer critério humano.
Para Cusa, em Deus estão presentes, de modo infinito e perfeito, todos os elementos que em nosso mundo se opõem irredutivelmente. Como o conhecimento humano é fundado na proporção e na medida, o infinito, a verdade e Deus, que escapam a qualquer critério proporcional, permanecerão sempre incognoscíveis para o homem.
Para Spinoza, da definição de Deus como substância (aquilo que não precisa de nada para existir) decorre uma série de considerações: Deus é único, perfeito, auto-suficiente, dotado de infinitos atributos, que só em parte os homens conseguem perceber e compreender. Spinoza sustenta que Deus é a natureza e a natureza é Deus. E, posto que Deus é infinito, assim também deve ser a natureza, não obstante nos pareça finita e determinada.
Para Leibniz, se um individuo pensa em levantar um braço, e efetivamente o fenômeno se realiza, não é porque a sua vontade espiritual tenha influído sobre o corpo; mas porque as duas dimensões que formam o individuo, espírito e corpo, foram perfeitamente sincronizadas pela sabedoria divina.
Para Feuerbach, toda a religião é uma antropologia invertida. Segundo ele, as qualificações de Deus nada mais são do que as ideias tipicamente humanas. Deus é onisciência, porque conhecer e saber são valores imensamente apreciados pelo gênero humano; é amor, porque todos nós amamos e gostaríamos de amar mais; é justiça, porque essa é a virtude de que mais sentimos falta.

Literatura Empírica

A pesquisa empírica, também chamada de pesquisa de campo, pode ser entendida como aquela em que é necessária comprovação prática de algo, seja através de experimentos ou observação de determinado contexto para coleta de dados em campo. Na relação com a teoria a pesquisa empírica serve para ancorar e comprovar no plano da experiência aquilo apresentado conceitualmente, ou, em outros casos, a observação e experimentação empíricas oferecem dados para sistematizar a teoria.
Neste ponto, far-se-á uma reflexão em torno de estudos realizados ao nível internacional sobre a temática em causa. Como são tantos, optou-se por mencionar apenas dois, embora o segundo não seja taxativamente sobre o tema em apreço.
Willian F. Pinar quando fez sua pesquisa com tema: O corpo do pai e a raca do filho: Noe, Schreber e a maldição do pacto, faz um estudo no texto de Gn 9:24 e ele diz o seguinte: Os donos de escravos e os segregacionistas que os seguiram justificaram suas práticas com referências à Bíblia, uma prática comum no sul dos Estados Unidos nos dias de hoje, embora género (e não raça) seja o assunto de grande destaque da imposição bíblica atualmente.”
Com isso Willian Pinar estudou o texto para acabar com esses assuntos que existiam na sua época. Fez uma análise no texto para ter a verdadeira interpretação segundo os critérios que deveriam ser seguidos.
Patrícia Porto de Oliveira no seu tema sobre Desfazendo A Maldição De Cam Por Meio Dos Assentos De Batismo De Escravos Adultos Da Matriz Do Pilar De Ouro Preto (1712-1750) que tinha como objetivo analisar as relações de compadrio entre escravos adultos, usando como fonte primária os assentos de batismo existentes na paróquia de Nossa Senhora do Pilar em Vila Rica entre 1712-1750. Inseriu se no processo de resgate de parte da complexidade cultural colonial e das estratégias cotidianas adotadas por seus habitantes, focada na sociabilidade, nos ritos, nas práticas e na leitura do significado das ações sociais construídas nas Minas setecentistas por meio do recebimento do primeiro sacramento.

Literatura Focalizada

Nesta parte da literatura focalizada que é aquela que se reflete sobre a temática em análise mas olhando apenas para os estudos feitos internamente, ou seja estudos feitos aqui no nosso país sobre a mesma temática em análise. Com isso não foi possível encontrar temas relacionados com a temática em análise, já que trata se dum assunto com pouco material e o pesquisador quer iniciar com a pesquisa para ter mais informações para os próximos pesquisadores.
 

CAPITULO III

METODOLOGIA

Introdução

metodologia é definida como processo de planeamento, onde se define um conjunto de métodos científicos a serem utilizados no decorrer da pesquisa, pois tais, conforme Marconi e Lakatos (2005) servem de instrumentos para alcance dos objetivos propostos, bem como ao atendimento de critérios úteis na confiabilidade da informação.[6]
De acordo com Gil (1999), metodologia é método ou conjunto de procedimentos intelectuais e técnicos adotados para atingir um determinado conhecimento ou maneira de chegar a um resultado.[7]
Metodologia literalmente refere-se ao estudo sistemático e lógico dos métodos empregados nas ciências, seus fundamentos, sua validade e sua relação com as teorias científicas. Embora procedimentos variem de uma área da ciência para outra, por exemplo, da área de exatas para a área de humanas - diferenciadas por seus distintos objetos de estudo, consegue-se determinar alguns elementos que diferenciam o método científico de outros métodos (filosófico e algoritmo – matemático etc.)[8]
Este projecto foi elaborada seguindo as seguintes fases:
a)     Escolha do tema;
b)    Elaboração da pesquisa bibliográfica e seleção das obras relevantes;
c)     Formulação do problema;
d)    Especificação dos objetivos (gerais e específicos);
e)     Justificativa da escolha da pesquisa;
f)     Definição da metodologia a ser empregada;
g)    Coleta dos dados;
h)    Tabulação dos dados;
i)      Análise, comparações e discussão dos dados;
j)      Conclusões;
k)    Relatório final.

Desenho da Pesquisa

Qualquer trabalho científico segue um conjunto de procedimentos normalmente organizacionais, metodológicos e operacionais. No entanto, Barañano (2008) alude que a aplicação do método científico não é igual em todas as ciências. Neste trabalho, obedeceu se os seguintes passos a saber; foi elaborado um projecto de pesquisa, que foi discutido e aprovado pelo orientador segundo as normas vigentes no Instituto Teológico Baptista da Beira; a revisão da literatura foi efetuada com base na consulta de várias fontes bibliográficas nomeadamente livros, sites, artigos científicos e outros trabalhos (dissertações) que retratam os assuntos desta memória, com o objectivo de alicerçar as teorias a serem descritas neste trabalho; foram consultados relatórios da instituição ilustrados neste trabalho e nas legislações que regem o funcionamento das instituições públicas e em particular deste sector, sobre a temática. Foram aplicados questionários e entrevistas com vista a obter informações. Depois de conciliado os dados teóricos com os dados do questionário, fez-se a sua análise para posteriormente redação deste trabalho.

Tipos de Pesquisa

No que diz respeito a sua finalidade, ou seja, o tipo de contribuição que o estudo trará para a ciência, a pesquisa científica pode ser classificada em: pesquisa básica e pesquisa aplicada.[9] E para este trabalho ira se usar a pesquisa básica pois, o pesquisador que faz um estudo com essa finalidade busca complementar algum aspecto ou particularidade da pesquisa anteriormente feita.
Esse é um tipo de pesquisa teórica, que requer obrigatoriamente uma revisão bibliográfica e ideias apresentadas de modo sistematizado.
Do ponto de vista da abordagem usada pelo pesquisador no estudo, este pode ser categorizado em: pesquisa qualitativa, quantitativa ou quali-quantitativa.[10] E como foi dito nas páginas anteriores sobre a abordagem ira se usar qualitativo e Histórica. Qualitativo porque fornece dados possíveis de serem quantificados e medidos. Histórico é quando deseja se descrever um fenómeno. E nesta pesquisa ira se descrever sobre a Africa principalmente na Bíblia, analisando conteúdos como Bíblia, artigos, entre outras referências.
A terceira forma de classificar uma pesquisa científica é através dos seus objetivos, ou seja, por meio do tipo de conhecimento que o pesquisador quer produzir: pesquisa exploratória, pesquisa descritiva e pesquisa explicativa.[11] Ira se usar a pesquisa descritiva, onde a pesquisa é descritiva quando o objetivo é esclarecer ao máximo um assunto que já é conhecido, descrevendo tudo sobre este. Neste caso, o pesquisador deve fazer uma forte revisão teórica envolvendo o seu objeto de estudo, analisar e comparar as informações.
Por fim, cabe ao autor da pesquisa traçar a sua conclusão sobre as diferentes variáveis analisadas.

Método de Estudo

Método é uma palavra que provém do termo grego methodos (“caminho” ou “via”) e que se refere ao meio utilizado para chegar a um fim. O seu significado original aponta para o caminho que conduz a algures.
“Método pode ser conceituado como um conjunto de procedimentos os quais são percorridos visando à criação do conhecimento (Andrade, 1993, p, 36).
Nas palavras de Marilena Chauí (1994, p.354) “métodos significa uma investigação que segue um modo ou uma maneira planejada e determinada para conhecer alguma coisa; procedimento racional para o conhecimento seguindo um percurso fixado”. O método indica, portanto, estrada, via de acesso e, simultaneamente, rumo, discernimento de direção. O método assinala um percurso escolhido entre outros possíveis. Não é sempre, que o pesquisador tem consciência de todos os aspectos que envolvem este seu caminhar; nem por isso deixa de assumir um método. Todavia, neste caso, corre muitos riscos de não proceder criteriosamente com as premissas teóricas que norteiam seu pensamento. Assim, o método não representa tão-somente um caminho qualquer entre outros, mas um caminho seguro, uma via de acesso que permita interpretar com a maior coerência e correção possíveis às questões sociais propostas num dado estudo, dentro da perspectiva abraçada pelo pesquisador.
Numa perspectiva ampla, é isso que se concebe por método entre os filósofos, como mostra Marilena Chauí (1994, p.77), ressaltando que, “o bom método é aquele que permite conhecer verdadeiramente o maior número de coisas com o menor número de regras”, também enfatiza a importância do pesquisador buscar a aproximação entre as áreas, pois: “ [...] as ciências humanas tendem a apresentar resultados mais complexos e satisfatórios quando trabalham interdisciplinarmente, de modo a abranger os múltiplos aspectos simultâneos e sucessivos dos fenômenos estudados”.

Método de Abordagem

Trata-se de um fundamento do plano geral de trabalho; fala de seus pressupostos lógicos, do processo de raciocínio escolhido. Enfim, discutir o método de abordagem é debater um conjunto de procedimento essencialmente racional, caracterizado basicamente por “uma abordagem mais ampla, em nível de abstração mais elevado, dos fenômenos da natureza e da sociedade.”[12] Em outras palavras, os métodos de abordagens podem ser entendidos como um conjunto de procedimentos gerais.
Hipotético – dedutivo: caracteriza-se principalmente pelo seu aspecto lógico. Desta forma, relaciona-se fundamentalmente e historicamente com a questão da experimentação, fato que lhe dá destaque, sobretudo, nas investigações das ciências naturais.

Método Bibliográfico

Método bibliográfico consiste na etapa inicial de todo o trabalho científico ou acadêmico, com o objetivo de reunir as informações e dados que servirão de base para a construção da investigação proposta a partir de determinado tema.
Após a escolha de uma temática específica para ser abordada, a pesquisa bibliográfica deve se limitar ao tema que foi escolhido pelo pesquisador, servindo como modo de se aprofundar no assunto. Desta forma, além de traçar um histórico sobre o objeto de estudo, a pesquisa bibliográfica também ajuda a identificar contradições e respostas anteriormente encontradas sobre as perguntas formuladas.
Também é importante averiguar se trabalhos com problemáticas semelhantes já foram realizados, e se vale a pena repetir a investigação. A partir da pesquisa bibliográfica pode-se descobrir qual a melhor metodologia a ser utilizada para produzir o trabalho.
O levantamento bibliográfico é normalmente feito a partir da análise de fontes secundárias que abordam, de diferentes maneiras, o tema escolhido para estudo. As fontes podem ser livros, artigos, documentos monográficos, periódicos (jornais, revistas, etc), textos disponíveis em sites confiáveis, entre outros locais que apresentam um conteúdo documentado.
Após a seleção do material, este deverá ser lidoanalisado interpretado. Durante o processo da pesquisa bibliográfica é importante que o pesquisador faça anotações e fichamentos sobre os conteúdos que forem mais importantes, e que eventualmente serão usados como fundamentação teórica em seu trabalho.

Método (Técnica) de Observação

Segundo Cervo & Bervian, “observar é aplicar atentamente os sentidos físicos a um amplo objeto, para dele adquirir um conhecimento claro e preciso”. Para esses autores, a observação é vital para o estudo da realidade e de suas leis. Sem ela, o estudo seria reduzido a “[...] à simples conjetura e simples adivinhação”.[13]
A observação também é considerada uma coleta de dados para conseguir informações sob determinados aspectos da realidade. Ela ajuda o pesquisador a “ [...] identificar e obter provas a respeito de objetivos sobre os quais os indivíduos não têm consciência, mas que orientam seu comportamento.”[14] A observação também obriga o pesquisador a ter um contato mais direto com a realidade.
Para Marconi & Lakatos a observação sistemática também pode ser denominada observação estruturada, planejada e controlada. Essa técnica se utiliza de instrumentos para coleta de dados, diferentemente da observação assistemática.[15] Nessa técnica, o observador sabe o que pesquisar e procura eliminar erros e distorções sobre o objeto de estudo. Com isso o pesquisador deste projecto ira usar essa observação.
Observação não-participante, o observador entra em contato com o grupo, a comunidade ou a realidade estudada, porém, não se envolve, nem se integra a ela; permanece de fora. O observador presencia o fato, mas não participa dele.[16]
A observação individual é uma técnica realizada por um único pesquisador, de modo que sua personalidade se projeta no observado. É um tipo de observação realizado em pesquisas com o objetivo da obtenção de títulos acadêmicos.[17]
A observação na vida real é a observação da realidade, colhendo-se os dados à medida que vai acontecendo o fenômeno, de modo natural.[18]
Nesta pesquisa estava se observando a cidade da Beira.

Instrumentos de recolha de Dados (Técnicas)

Todas as condições reunidas para a realização do trabalho, deslocar-se-á para a área de estudo a fim de colher dados necessários para a produção do relatório final. O trabalho de campo terá duração estimada de noventa (90) dias, isto é três meses e serão recolhidos dados por meio de:
·       Colecta de Dados Secundários
Nesta etapa do trabalho serão coletadas informações em relatórios e anuários estatísticos, referente a compreensão do conhecimento de Deus, e no âmbito da cidade da Beira, de forma a ilustrar-se o panorama dos membros no geral. Estas informações serão coletadas em várias instituições que intervém directo ou indirectamente na gestão da Religião a nível da cidade.
·       Questionário
Serão administrados questionários aos habitantes no número definido no tamanho da amostra, com objectivo de colectar informação relacionadas à contribuição social de Deus para com os africanos. O questionário será construído em consideração o grau de instrução da comunidade local, procurando assim garantir que o processo de colecta de dados ocorra de forma eficiente.
·       Entrevistas
Técnica fundamental de investigação em que uma das partes busca colectar dados e outra se apresenta como fonte de informação. Será submetido a entrevista o pastores e a líderes comunitários com objectivo de recolher dados sobre os aspectos relacionados a análise de Deus conhecer africa segundo a bíblia e outros meios. A entrevista realizar-se-á em 2 etapas, sendo que a primeira acontecerá no início do trabalho de campo, e a última etapa será na fase final da pesquisa de campo. Este procedimento ira servir de confirmação de informações fornecidas pelos entrevistados.
Atividades/Períodos
1
2
3
4
5
6
7
8
9
Elaboração do projecto
X








Definição das variáveis da pesquisa

X







Preparação do trabalho de campo 

X







Elaboração de Instrumentos de coletas de dados


X






Identificação do universo da população


X






Definição do tamanho da amostra



X





Realização do trabalho do campo



X





Coleta de dados (questionário e entrevistas)




X
X
X


Redação de Relatórios: Análise e Interpretação






X
X

Elaboração do Relatório







X
X
Cronograma de actividade
Tabela 1: Cronograma

Orçamento
Itens
Quantidade
Custo Unitário
Custo Total
Resma papel A4
1
350,00
350,00
Bloco de Nota
1
275,00
275,00
Lapiseira
2
5,00
10,00
Esferográfica
6
10,00
60,00
Outros Gastos
--------
----------
3375,00
Total


4070,00mt
Tabela 2 Orçamento

REFERÊNCIAS

 

Almeida, João Ferreira de. Bíblia Sagrada. São Paulo: Sociedade Bíblica Brasileira, 2015.
Cervo, A. L., e P. A. Bervani. Metodologia Cientifica. São Paulo:: Printice Hall, 2002.
Computing, Moz. A filosofia Africana. 07 de Maio de 2018. https://mozcomputing.blogspot.com/2018/05/a-filosofia-africana.html (acedido em 23 de Novembro de 2019).
Gil, Antonio Carlos. Manual de Investigacao Cientifica. São Paulo: Altas, 2008.
Lakatos, Eva Maria, e Mariana da Andrade Marconi. Fundamentos de Metodologia Cientifica. São Paulo: Atlas, 2003.
—. Técnicas de Pesquisa. 3a. São Paulo: Atlas, 1996.
“Mocambique Media Oline.” Africa o Berco da humanidade. s.d. https://escola.mmo.co.mz/historia/africa-o-berco-da-humanidade/ (acedido em 23 de Novembro de 2019).
Oliveiras, Maxwell Ferreira. Manual de Metodologia científica . Catalão: Universidade Federal de Goiás, 2011.
Yambi, Ovaldo. Sera que Africa foi e é um continente amaldiçoado? s.d. https://osvaldoyambiblog.wordpress.com/2016/08/28/sera-que-africa-foi-e-e-um-continente-amaldicoado/ (acedido em 23 de Novembro de 2019).







APÊNDICES A

QUESTIONÁRIO
Este questionário enquadra-se numa investigação no âmbito de Teologia, realizada no Instituto Bíblico de Sofala. Os resultados obtidos serão utilizados apenas para fins académicos, sendo realçado que as respostas dos inquiridos representam apenas a sua opinião individual e não da Força de Segurança/Policial a que pertencem. O questionário é anónimo, não devendo por isso colocar a sua identificação em nenhuma das folhas nem assinar o questionário. Não existem respostas certas ou erradas. Por isso lhe solicitamos que responda de forma espontânea e sincera a todas as questões. Na maioria das questões terá apenas de assinalar com um (x) a sua opção de resposta.
Obrigado pela sua colaboração.
1.         Idade: _________
2.         Sexo: Masculino _____ Feminino _____
3.         Profissão: ¬¬¬¬___________________________________________
4.         É religioso/a? Sim___, Não____, Não sei____, Talvez____
5.         Estado Civil: Solteiro/a______ Casado/a ou a viver em união de facto __________
Divorciado ou separado _____________ Viúvo ________________
5.1.      Se é casado/a ou vive em união de facto, o seu cônjuge é religioso/a?
Não _____ Sim _____ Outros _______
6.         Tem filhos? Sim ______ Não ______
7.         Tem informações das notícias que acontecem na Africa, na sua comunidade:
Sim_____,      Não_______, As Vezes______, Não sei_________.
8.         Na sua opinião acha que Deus conhece Africa especificamente na sua comunidade?
Sim ______ Não ______ Talvez_______ Não sei__________
9.         Preenche a tabela com “Sim”, “Não”, “Talvez” e “Não Sei”.
Deus conhece Africa, mas esqueceu se por isso tanto sofrimento  
O sofrimento que existem na Africa é por causa da desobediência dos Africanos       
Deus conhece Africa, mas Africa não conhece Deus          
A Maldição que Noé proferiu ao seu neto é o que acontece hoje com os Africanos       
Deus conhece Todo Mundo, inclusive os Africanos

10.       Será que Deus se preocupa com Africa? Sim_____Não _____ e se Sim em que livro da Bíblia fala a cerca de Deus ter conhecido África.
11.       O que tem a dizer sobre Deus conhecer ou não Africa, principalmente sua comunidade?
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________

12.       Argumenta sobre o inquérito classificando a formalização das perguntas.
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
Bom _____ Normal ______ Péssimo ______



APÊNDICE B
ENTREVISTA
GUIÃO DA ENTREVISTA SIME ESTRUTURADO
Objetivos Gerais
1.     Aprofundar a percepção dos moradores da Cidade da Beira sobre possibilidades de Deus conhecer Africa.
2.     Recolher informações sobre a Deus conhecer Africa.
Alvo:
1.     Ministros da Igreja (Pastores).
2.     Autoridades Locais.
3.     Docentes e Professores de Teologia e Filosofia.
4.     Cidadão da cidade.
Estrutura de Perguntas
Objetivo Geral
Objetivos Específicos
Questões Especificas
Aprofundar a perceção dos moradores da cidade sobre possibilidades de Deus conhecer Africa.  
Qual é analise das autoridades, docentes, estudiosos e dirigentes das Igrejas na cidade da Beira.
Quem é Deus?
Será que Deus conhece Africa?
A maldição de Noé sobre o seu neto tem efeito em africanos?
Sendo um dirigente o que pode dizer sobre Deus não conhecer Africa?
Como os moradores percebem sobre Deus e sobre a cor negra que possuem.
Será que Deus é um ser racial?
Ele castiga negro pela desobediência ou erros?
Se fosse verdade que Deus não conhece Africa o que falar pra os cristãos?
   





[1] Yambi, O (2016) Sera que Africa foi e é um continente amaldiçoado? In https://osvaldoyambiblog.wordpress.com/2016/08/28/sera-que-africa-foi-e-e-um-continente-amaldicoado/
[2] João Ferreira de Almeida, Bíblia Sagrada (São Paulo: Sociedade Bíblica Brasileira, 2015), 8
[3] Moz Computing, (2018) A filosofia Africana in https://mozcomputing.blogspot.com/2018/05/a-filosofia-africana.html
[4] Moçambique Media Online, (2017)  Africa o Berco da humanidade in https://escola.mmo.co.mz/historia/africa-o-berco-da-humanidade/
[5] Jornal independente
[6] E. M. Lakatos, M. A. Marconi, Fundamentos de Metodologia Cientifica (São Paulo: Atlas, 2003),  
[7] Gil, A. C. Manual de Investigacao Cientifica (São Paulo: Altas, 2008),
[8] M. F. Oliveiras, Manual de Metodologia científica (Catalão: Universidade Federal de Goiás, 20011),
[9]  E. M. Lakatos, M. A. Marconi, Fundamentos de Metodologia Cientifica (São Paulo: Atlas, 2003),
[10] E. M. Lakatos, M. A. Marconi, Fundamentos de Metodologia Cientifica (São Paulo: Atlas, 2003),
[11] E. M. Lakatos, M. A. Marconi, Fundamentos de Metodologia Cientifica (São Paulo: Atlas, 2003),
[12] E. M. Lakatos, M. A. Marconi, Fundamentos de Metodologia Cientifica (São Paulo: Atlas, 2003), 106
[13] A. L. Cervo, P. A. Bervani, Metodologia Cientifica, (São Paulo: Printice Hall, 2002), 27
[14] E. M. Lakatos, M. A. Marconi, Técnicas de Pesquisa 3a ed. (São Paulo: Atlas, 1996), 79
[15] E. M. Lakatos, M. A. Marconi, Técnicas de Pesquisa 3a ed. (São Paulo: Atlas, 1996),
[16] E. M. Lakatos, M. A. Marconi, Técnicas de Pesquisa 3a ed. (São Paulo: Atlas, 1996),
[17] E. M. Lakatos, M. A. Marconi, Técnicas de Pesquisa 3a ed. (São Paulo: Atlas, 1996),
[18] E. M. Lakatos, M. A. Marconi, Técnicas de Pesquisa 3a ed. (São Paulo: Atlas, 1996),